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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Especial Petrobrás - Analise Econômica e financeira - Parte 01

Boa noite,

Pessoal, estou aqui para falarmos um pouco sobre a Petrobrás, após fazermos uma viagem pela historia da empresa, esta na hora de falarmos um pouco sobre como a empresa anda econômica e financeiramente.

Pessoal, vou confessar para vocês que nunca pensei que iria viver para ver a Petrobras chegar a onde chegou, hoje  a empresa esta operando com valores muito baixo se continuarmos nessa mesma progressão atingiremos níveis jamais sonhados para os preços das ações, níveis tão baixos que afetam a economia de todo um país, que por sinal já esta em meio de uma crise inflacionaria que não tende a baixar tão cedo. As projeções para 2014 e 2015 estão longe de estarem boas, devido a essa situação nós brasileiros temos que nos preocupar sim com o que acontece com essa empresa, pois ela também é nossa e temos que proteger o que é nosso, e a pergunta que fica nas nossas cabeças é. A Petrobrás pode falir?  Para responder essa pergunta achei um artigo bem interessante publicado no site da UOL em Dezembro de 2013 que fala um pouco sobre o assunto, espero que gostem.

Petrobras tem 32% de chances de falir, segundo consultoria norte-americana

A chance de a Petrobras ir à falência nos próximos dois anos é de 32,4%, segundo estimativas da consultoria norte-americana Macroaxis. De acordo com o relatório da Macroaxis, esta possibilidade está muito acima da média do setor.
Segundo os critérios adotados, só uma empresa com mais de 90% de riscos de falência têm grande chance de quebrar nos próximos dois anos. Por outro lado, empresas com menos de 15% de probabilidade de falência têm tendência a apresentar crescimento nos próximos dois anos.
A metodologia é baseada em uma função linear que mede a saúde financeira e a estabilidade econômica da companhia. A empresa é especializada em fazer este tipo de cálculo para investidores.
Segundo a Macroaxis, a probabilidade de a petroleira OGX , de Eike Batista, que pediu recuperação judicial (antiga concordata), tem probabilidade de quebrar menor que a da Petrobras: 30,8%.
A mineradora Vale, pelos mesmos critérios, teria 29% de chances de quebrar; o banco BTG Pactual, de André Esteves, estaria bem mais abaixo na zona de risco, com chances de falência de 15,6%.

Bom pessoal, espero que reflitam sobre o texto acima, pois é muito sério e não fala de qualquer empresa mais sim da maior empresa brasileira, por hoje é isso tenham uma boa noite, abraços.


Sintam-se  a vontade para comentar, criticar, curtir, compartilhar.




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