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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Especial Petrobrás - Parte 04

Bom amigos

Hoje colocaremos aqui o Petróleo e o Gás Natural que a Petrobrás produz.



PETRÓLEO

Um pouco da sua origem

Nos países árabes, onde hoje se concentra a maior produção de petróleo do mundo, esse mineral foi usado na construção das pirâmides, na conservação das múmias e como combustível nos dardos incendiários nas grandes batalhas. Também os antigos habitantes da América do Sul, como os Incas, utilizavam o produto na pavimentação das estradas do seu grandioso império. Outros usos do petróleo foram: calafetar embarcações, impermeabilização, pintura e cerâmica.

Sua primeira aplicação em larga escala foi na iluminação das casas e das cidades, substituindo o óleo de baleia. Com o tempo, passou também a ser empregado nas indústrias, no lugar do carvão. Contudo, um acontecimento notável fez do petróleo o combustível que move o mundo: a invenção dos motores a gasolina, que passaram a movimentar os veículos, até então puxados por tração animal ou movidos a vapor.

EXPLORAÇÃO

O ponto de partida na busca do petróleo é a exploração que realiza os estudos preliminares para a localização de uma jazida. Para identificar o petróleo nos poros das rochas e decidir a melhor forma de extraí-lo das grandes profundidades na terra e no mar, o homem utiliza os conhecimentos de duas ciências: a Geologia e a Geofísica.

Após o conhecimento adquirido por essas duas ciências, os pesquisadores montam um painel de conhecimentos sobre a espessura, profundidade e comportamento das camadas das rochas sedimentares que é o refúgio do petróleo e do gás. Esses conhecimentos levam à definição do melhor ponto para que possa haver a perfuração do solo, embora ainda não seja possível nesta fase afirmar com segurança se há petróleo no subsolo.

REFINO

O óleo cru extraído do poço não tem aplicação direta. A sua utilização ocorre por meio de seus derivados. Para que isso ocorra, o petróleo é fracionado em seus diversos componentes através do refino ou destilação fracionada.

Este processo aproveita os diferentes pontos de ebulição das substâncias que compõem o petróleo, separando-as e convertendo em produtos finais.

Os derivados mais conhecidos são: gás liquefeito (GLP) ou gás de cozinha, gasolinas, naftas, óleo diesel, querosenes de aviação e de iluminação, óleos combustíveis, asfaltos, lubrificantes, combustíveis marítimos, solventes, parafinas, coque de petróleo.

As parcelas de cada produto obtido no refino dependem de uma série de variáveis:

- Da qualidade do petróleo que está sendo processado e da estrutura da refinaria

- Sua complexidade, unidades e mercado em que atua.

TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO

O petróleo que é extraído dos poços, na terra ou no mar, é transportado através de oleodutos ou navios petroleiros até os terminais marítimos - um porto especial para carga e descarga.

Outra etapa do processo é levar esse petróleo dos terminais até as refinarias, onde será processado e dará origem a gasolina, diesel, gás, óleo combustível, lubrificantes, asfalto entre outros derivados.

A empresa subsidiária Petrobras Transporte S.A. (Transpetro) é a responsável pelo transporte e armazenagem do petróleo e seus derivados.

DISTRIBUIÇÃO

A empresa responsável por esta atividade é a subsidiária Petrobras Distribuidora, que mantém um rigoroso sistema de controle de qualidade:
O Programa "De Olho no Combustível".

A empresa conta com uma rede de mais de sete mil postos e é a única a estar presente em todo o território nacional.

Gás Natural

Um pouco sobre o Gás Natural:

É considerado o combustível fóssil de maior excelência por proporcionar uma queima limpa, isenta de agentes poluidores. Estas características favorecem uma maior durabilidade aos equipamentos que o utilizam e reduzem os impactos ambientais.

O produto pode ser encontrado dissolvido ou não no petróleo e por esse motivo o gás natural é dividido em duas categorias: associado e não-associado.

GÁS ASSOCIADO: é encontrado em reservatórios petrolíferos, dissolvido no óleo sob a forma de capa de gás.

GÁS NÃO-ASSOCIADO: é encontrado em reservatórios gaseíferos, sem estar em contato com quantidades significativas de óleo.


O Brasil consome gás natural nacional e importado da Bolívia. O suprimento deste gás no país é feito por diversas atividades que se interligam: exploração, produção, processamento, transporte, distribuição.

EXPLORAÇÃO

Feita de forma semelhante à exploração do petróleo.

Na década de 70,  passou a ser usado como combustível alternativo, substituindo derivados, numa tendência estimulada pelas crises internacionais que aumentaram muito os preços do óleo cru nos mercados mundiais.

PRODUÇÃO 

No caso de haver contaminação por compostos de enxofre, o gás é enviado para Unidades de Dessulfurização, onde essas substâncias são retiradas.

Após esses tratamentos, uma parte do gás é utilizada para recuperação do petróleo nos reservatórios e o restante segue para as unidades de processamento.

PROCESSAMENTO 

Nas unidades de processamento de Gás Natural, conhecida como UPGN, os componentes do gás natural são separados em produtos especificados e prontos para utilização.

Os produtos obtidos nesse processo são:

·         *Gás processado ou residual, formados pelo metano e etano;

·         *GLP (gás liquefeito do petróleo, o "gás de cozinha"), formado pelo propano e butano;

·         *Gasolina natural, formada pelo pentano, hexano e heptano.

TRANSPORTE 

O gás natural pode ser transportado nos estado gasoso, líquido ou comprimido.

No primeiro caso, o transporte normalmente é realizado por dutos, conhecidos como gasodutos.

Já no estado líquido, como o gás natural liquefeito (GNL), o produto pode ser conduzido por navios, barcaças e caminhões criogênicos (com temperatura de 160ºC negativos).

Em casos específicos, o produto pode ser transportado em cilindros de alta pressão, como o gás natural comprimido (GNC). Esse transporte é feito até o centro consumidor.

DISTRIBUIÇÃO

Última etapa do processo, isto é, quando o gás chega aos diferentes consumidores, atendendo especificações rigorosas. 


Em alguns casos, o gás natural é odorizado para ser detectado facilmente em casos de vazamento.

A Constituição Federal e a lei 9.478 estipulam que a distribuição de gás canalizado com fins comerciais junto a usuários finais é de exploração exclusiva dos Estados, de forma direta ou por concessões.


Especial Petrobrás - Parte 03

Bom amigos segue mais uma parte do Especial Petrobrás...

Vamos falar um pouco mais sobre alguns programas da Petrobras, e amanhã postaremos um pouco sobre os produtos que a Petrobrás extraí, uma passada rápida só para terem noção que não é somente uma coisa que saí dos poços.



RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL 

Consciente do espaço que ocupa na vida nacional, a Petrobras trabalha pela geração de riqueza no sentido mais abrangente e preocupada com as causas sociais e ambientais do País.

A atuação da empresa nesta área é realizada com os programas Petrobras Fome Zero e Petrobras Ambiental. Em processos de seleção pública, a empresa escolhe projetos que estejam adequados às linhas de atuação dos programas.

Os projetos sociais submetidos ao processo de seleção devem apresentar propostas que criem impactos positivos na qualidade de vida das comunidades envolvidas.

A Petrobras, como agente do desenvolvimento humano sustentável, apoia mais de mil e cem projetos desenvolvidos pela sociedade civil. Muitos têm caráter eminentemente social e outros se dividem entre os campos ambiental, cultural e esportivo.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Em 1987, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas (CMAD), conhecida como Comissão Brundtland, recomendou a criação de uma declaração universal sobre a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável. Os problemas sociais e ambientais no planeta tinham atingido um ponto perigoso. A Terra emitia sinais claros de esgotamento dos modelos econômicos então praticados.

Hoje sabemos que a ideia de desenvolvimento sustentável se baseia no tripé básico:

- Atividade econômica
- Bem-estar social
- Meio ambiente.

PESQUISA E TECNOLOGIA

O sucesso de Petrobras não veio sem muitos investimentos e esforços. Hoje a tecnologia exerce uma função de extrema importância em todas as atividades da empresa. Centros de pesquisa, centros de excelência, programas tecnológicos são conquistas alcançadas que garantem a qualidade de serviços e a expansão dos negócios.

COMO TUDO ISSO É IMPORTANTE?

Embora já explorasse o petróleo em terra e houvesse fortes evidências da existência de grandes reservas no mar, há menos de 50 anos a Petrobras não dispunha de tecnologia capaz de detectá-lo e muito menos extraí-lo. Os pesquisadores aceitaram o desafio. Encararam o mar como parceiro e criaram imensos laboratórios de pesquisa na Bacia de Campos. Foram desenvolvidos sistemas de produção, equipamentos e tecnologias tão inovadores que levaram a empresa a receber vários prêmios de excelência na área.

Graças à persistência e à criatividade de seus técnicos, a Petrobras produz hoje 1,8 milhão de barris diários de óleo. Uma parte desta produção é exportada na forma de óleo cru. Mas já exportamos também gasolina, óleo combustível, bunker (combustível de navegação), lubrificantes e parafinas. Nosso desafio agora é reduzir custos e tornar mais competitiva a exploração em águas profundas e ultra profundas.



 

Especial Petrobrás - Parte 02

Boa noite amigos, continuamos com um pouco mais da História desta grande Empresa chamada Petrobrás, esta é uma parte da matéria retirada do Site do Terra.

Continuação História....

À Petrobrás caberia executar as atividades do setor petrolífero no Brasil. Estava instituído, dessa forma, o monopólio estatal de exploração de petróleo. A Petrobras teve um papel decisivo na história do País. “A gente não pode imaginar o Brasil sem uma empresa como essa”, sublinhou Freire. Ele enfatizou que Vargas já tinha um projeto político e estratégico para o País e precisava implementar um símbolo do projeto.

Em 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, foram dados os primeiros passos que levaram à quebra do monopólio estatal no setor de petróleo. Em maio daquele ano, a Comissão Especial do Petróleo da Câmara Federal aprovou o texto para flexibilizar o monopólio. A emenda constitucional só foi aprovada, em segundo turno, no dia 20 de junho.

Dois anos depois, em agosto de 1997, a Lei 9.478 foi promulgada, após a garantia dada pelo presidente do Senado, José Sarney, de que a Petrobras não seria privatizada. Essa lei reafirmava o monopólio da União sobre os depósitos de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, mas abria o mercado para outras empresas competirem com a Petrobras, de acordo com informações do Cpdoc.

Em 2000, o governo tentou alterar o nome da empresa para Petrobrax. O argumento utilizado foi que o novo nome se adequaria melhor ao crescimento da estatal no mercado internacional. A reação política, no entanto, foi forte o suficiente para que Fernando Henrique abandonasse a proposta.

Para Américo Freire, mesmo após a quebra do monopólio, a Petrobras manteve a competitividade nos cenários interno e externo. “É uma das principais empresas do mundo e a principal empresa brasileira. E isso nós devemos àquele momento, àquela conjuntura e àquele personagem que foi Getúlio Vargas”.

Na Próxima parte veremos alguns projetos da Petrobrás....






quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Índices (30/01)

Boa noite amigos.

Então como falamos ontem, o IBOV poderia fazer um repique, mas não fez e teve sua nona queda nos últimos 11 pregões. 

Estou com muito sono e por isso peço desculpas aos amigos do fórum segue uma notícia que explica bem como foi o dia do IBOV hoje e provavelmente já da uma dica do que virá amanhã.

Bovespa fecha em queda sob peso de Petrobras e Vale
Índice recuou 0,66 por cento, a 47.244 pontos, seu menor patamar desde 16 de julho de 2013


Bovespa: giro financeiro do pregão somou 5,8 bilhões de reais

São Paulo - Após um dia de grande volatilidade, a Bovespa encerrou esta quinta-feira no menor nível em mais de seis meses, arrastada pelas ações da Vale e Petrobras e com investidores repercutindo indicadores econômicos dos Estados Unidos.

O Ibovespa recuou 0,66 por cento, a 47.244 pontos, seu menor patamar desde 16 de julho de 2013. O giro financeiro do pregão somou 5,8 bilhões de reais.

As duas blue chips da bolsa foram as maiores pressões negativas sobre o índice, com a preferencial da Petrobras chegando a cair mais de 1 por cento na mínima, depois que o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou que o governo fará neste ano a revisão do contrato de cessão onerosa com a estatal.

Na véspera, a ação da Petrobras já havia fechado no menor patamar desde o fim de 2008, a 14,80 reais.

A Vale também recuou, devolvendo parte da alta da véspera. As ações da empresa haviam avançado devido à recente valorização do dólar ante o real, que tende a favorecer companhias de perfil exportador, e ao sucesso na demanda pela emissão de debêntures da companhia.

"Ontem ela (a preferencial da Vale) subiu mais de 3 por cento, mas nada mudou para a empresa. Ela só vai subir com consistência se houver notícias positivas sobre a China e o minério (de ferro)", disse o gerente de renda variável da H.Commcor, Ariovaldo Santos.

O Ibovespa teve um dia de intensa de volatilidade. O índice operou no vermelho durante parte da manhã, refletindo dados fracos da China e após o banco central norte-americano ter reduzido seu programa de estímulos.

Contudo, passou a subir após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no quarto trimestre, que cresceu em ritmo anual de 3,2 por cento, em linha com as expectativas, e diante da abertura das bolsas norte-americanas no azul.

Na máxima, o Ibovespa registrou valorização de 1 por cento.

A queda dos papéis da Vale e a divulgação de que as vendas pendentes de moradias norte-americanas caíram 8,7 por cento em dezembro, levaram o índice para o território negativo. O índice ainda ensaiou uma recuperação antes de fechar em queda.

"Hoje, 90 por cento da bolsa é giro, operações de gente que não compra para carregar posição. Qualquer coisa que acontece e é considerada ruim faz todo mundo sair vendendo, quando é boa faz sair comprando. A bolsa não está com rumo definido", afirmou Santos, da H.Commcor.

As ações da Fibria registraram a terceira maior queda do Ibovespa, depois de a fabricante de celulose divulgar prejuízo líquido de 185 milhões de reais no quarto trimestre, atingida pelo efeito da variação cambial sobre a dívida líquida e pela adesão ao Refis.

Os bancos Bradesco e Santander Brasil também fecharam no vermelho após divulgarem seus números trimestrais.  

Fonte: Exame.com

Boa noite amigos, amanhã vamos pegar meio que pesado no especial Petrobrás...

Desculpem pelo post meio vazio, mas estou caindo de sono aqui.

Atenciosamente.

Diego C. Pires


Especial Petrobrás - Parte 01

Boa noite pessoal,

 Estou aqui para começarmos mais uma saga, desta vez vamos falar um pouco sobre a historia de uma das maiores empresas do mundo, a Petrobras, vamos mostrar como ela surgiu e se tornou a grande empresa que é hoje e também iremos discutir sobre os acontecimentos atuais e dificuldades que a empresa vem passando, abaixo segue um pouco da historia, espero que gostem, fiquem atentos estamos atualizando o blog diariamente.

A Petrobrás


Símbolo da Petróleo Brasil S/A (Petrobras)
A Petróleo Brasil S/A (Petrobras) foi criada no dia 3 de outubro de 1953, pelo então presidente Getúlio Vargas, tendo como principal objetivo a exploração petrolífera no Brasil em prol da União, impulsionado pela campanha popular iniciada em 1946, cujo slogan era “o petróleo é nosso”. Consiste numa empresa estatal de economia mista, ou seja, é uma empresa de capital aberto, sendo o Governo do Brasil o acionista majoritário. A Petrobras atua nos seguintes segmentos: exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e gás natural, petroquímica, distribuição de derivados, energia elétrica, bicombustíveis, além de outras fontes energéticas renováveis.

As instalações da Petrobras foram concluídas em 1954 e sua sede está localizada na cidade do Rio de Janeiro. As primeiras refinarias da empresa foram herdadas do Conselho Nacional de Petróleo, sendo a de Materipe, na Bahia, e Cubatão, no estado de São Paulo. A produção de petróleo teve início nesse mesmo ano e supria apenas 1,7% do consumo nacional.

Visando expandir sua produção, a Petrobras criou, em 1968, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes), cujo objetivo era proporcionar aparato tecnológico para a expansão da empresa no cenário petrolífero global. O Cenpes se tornou o maior centro de pesquisa da América Latina, recebendo vários prêmios do setor petrolífero mundial.

A Petrobras deu continuidade aos seus projetos expansionistas, nesse sentido, foi criada, em 1970, a Petrobras Distribuidora, sendo responsável pela comercialização de produtos derivados de petróleo. Os resultados foram satisfatórios, pois a empresa se tornou líder, em 1975, na comercialização de derivados de petróleo, mantendo essa posição até os dias atuais.

Com investimentos em qualificação profissional e aparatos tecnológicos, a Petrobras tem apresentado fortalecimento econômico a cada ano. O processo de ascensão teve início desde a sua criação com as consequentes descobertas de reservas petrolíferas. Entre as principais estão:

1974 – Localizada na costa norte do Rio de Janeiro e sul do estado do Espírito Santo, a Bacia de Campos possui cerca de 100 mil quilômetros quadrados, sendo, até então, a mais importante reserva petrolífera do Brasil. Sua produção é responsável por 80% do petróleo nacional.

1985 – Localizada na Bacia de Campos, o campo de Marlim foi descoberto em janeiro de 1985. Ele está a uma distância de aproximadamente 110 quilômetros do litoral do Rio de Janeiro.

Pré-Sal
A descoberta de reservas de hidrocarbonetos em rochas calcárias que se localizam abaixo de camadas de sal (camada pré-sal) poderá triplicar as reservas de petróleo e gás natural do Brasil, a estimativa é que a produção alcance a marca de 50 bilhões de barris.

Por todo esse processo histórico de evolução, atualmente a Petrobras é a maior empresa da América Latina, a quarta maior empresa petrolífera de capital aberto do planeta e a quarta maior empresa de energia do mundo. Sua atuação expandiu para outros países, estando presente em 27 nações diferentes.
 
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/brasil/a-petrobras.htm

Esse é o fim da primeira parte pessoal, aguardem que ainda não acabamos, sintam-se à vontade para comentar, curtir, compartilhar.

Grande abraço a todos, Boa noite.

Diogo Oliveira.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Índices (29/01 e 30/01)

No momento as bolsas Asiáticas operam em forte queda com maior destaque para o Indice Nikkei (Japão) que no momento cai 3,3% alcançando 14.872,38 pontos. Hong Kong opera em baixa de 1,26% e China atingindo queda de 0,90%... 

Ontem a queda dos índices foi generalizada e amanhã promete mais baixas, devido ao anúncio do FED de redução de 10 bilhões de dólares.... Como podemos ver na seguinte notícia:

EUA | 29/01/2014 17:12

Fed reduz programa de compra de ativos para US$65 bi ao mês

Banco manteve o plano de remover o estímulo extraordinário apesar da recente turbulência em mercados emergentes

Washington - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira novo corte de 10 bilhões de dólares, para 65 bilhões de dólares, no programa de compras mensais de títulos e manteve o plano de remover o estímulo extraordinário apesar da recente turbulência em mercados emergentes.

O chairman do Fed, Ben Bernanke, que passará na sexta-feira o comando do banco central à atual vice-chair, Janet Yellen, encerrou sua última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) sem fazer qualquer mudança na outra grande política da autoridade monetária: o plano de manter os juros baixos por algum tempo.

Fonte : Exame.com

 Amanhã vamos monitorar de perto, pode ser, eu disse PODE ser que a bolsa de um pequeno repique amanhã, conforme gráfico abaixo podendo ir buscar os 49.301,2. 

Mas lembrando que a Tendência é de QUEDA... temos um forte suporte de Julho/2013 em 44.881,93... Se por acaso perder esse suporte dae voltamos a comentar aqui... 
  
Ibovespa cumpriu direitinho objetivo de queda nos 47,4 K .. hoje já me parece um candle de reversão, quase um perfeito martelo( no martelo a sombra tem pelo menos duas vezes o tamanho do corpo)


Fonte: Positivo X (grafista do fórum do Site advfn.com)

Agora vou dormir porque amanhã o dia vai ser longo...

Indicação de Leitura - 02

Bom amigos

Gostaria de aproveitar a deixa do meu amigo Diogo e sugerir a leitura dos seguintes livros:

- Pai Rico Pai Pobre : O livro mostra a busca pela independência financeira através de investimento, ter seu próprio negócio e o uso de táticas financeiras de proteção do patrimônio.

- O Homem mais rico da Babilônia : Livro bom para aprender a poupar, ganhar e maximizar os lucros.

- Independência Financeira: Pelo nome já  da para saber do que se trata o livro.

- Ciência para ficar Rico: Livro interessante, leiam e depois tirem suas próprias conclusões.

- Os segredos da mente Milionária: Estou no começo ainda...

OBS: Todos esses livros foram passados para mim por um investidor e grande analista técnico/gráfico de ações e índices... Todos são livros muito bons... 



Indicação de leitura.

Boa tarde,


Pessoal, uma passada rápida aqui por que lembrei de um livro muito interessante que terminei de ler já faz algum tempo e gostaria de compartilhar com vocês, o nome do livro é Crash, uma breve história da economia. Um livro interessante que da vontade de ler o tempo todo, ele fala sobre a historia do dinheiro e da economia mundial em uma linguagem bem simples, espero que gostem, Autor: Alexandre Versignassi, Editora Leya, 2011.


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Especial Startup´s - Parecer Final - Diego

Boa noite a todos 

Bom primeiramente, vou colocar minha opinião sobre Startup's.

Para mim uma Startup é uma empresa montada , mas que acabou de ser criada, sem experiência nenhuma com o mercado, um projeto não é uma Startup, mas pode se tornar com o tempo e com trabalho duro, para mim uma Startup é uma empresa que JÁ SAIU do papel, já tem um formato...

É digamos em outras palavras: O INÍCIO de uma empresa  

Mas as vezes precisa de um empurrãozinho para andar (muitas vezes) , por isso necessita de capital de fora, eu sei que da para fazer um empréstimo no banco e tals (mas com as taxas abusivas cobradas hoje em dia não vale a pena se arriscar), mas lembrem-se de um fator importante, qualquer Startup leva no minimo 1 ano e meio para amortizar seus prejuízos para depois se estabilizar (6 meses) e só depois começar a dar lucros... 

Então fica a pergunta vale a pena pegar emprestado do banco? Acredito que não, o banco só te empresta o dinheiro, e de quebra te cobra um juros super alto, e sem falar no juros se atrasar o pagamento.

Então qual seria a saída? Na minha opinião sua equipe deve montar uma boa apresentação e correr atrás de alguma forma de investimento em que não te de somente o dinheiro , mas também um acompanhamento profissional e técnico de bom nível, para cada vez mais aperfeiçoar  sua startup... Por isso montem uma apresentação e corram atrás de Incubadoras, Aceleradoras e Private Equity's, claro cada um com seu foco... com sua necessidade...

Recentemente o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), selecionou diversas aceleradoras que por sua vez estão fazendo Triagens Trimestrais com diversas Startup´s, o aporte pelo que me lembro é por volta de R$ 200.000,00 no primeiro ano, podendo aumentar dependendo do projeto, vale a pena amigos... Fora que desenvolve de uma maneira espetacular suas idéias de futuro... 

Bom amigos,

esperamos que tenham gostado deste pequeno mas importante Especial...


Perguntem, Critiquem, elogiem, estamos abertos a perguntas, sugestões... 





Especial Startup´s - Parte 03 - Incubadoras, Aceleradoras e Equity´s

Boa noite amigos...

Antes de dar meu parecer sobre "Startup´s" postarei está importante parte que envolve o $$ , aporte, ou qualquer outro nome que queiram dar para o dinheiro que entrar na empresa.

Vou começar respondendo uma pergunta em que muitos têm dúvidas, segue a matéria do conceituado site Exame.com:

Qual a diferença entre aceleradoras e incubadoras?

(Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startup)

Estamos acostumados a ouvir sobre incubadoras de empresas, mas a partir desse ano você ouvirá falar bem mais sobre aceleradoras. Isso acontece porque acredita-se hoje que podem existir soluções diferentes além da incubação para apoiar empresas nascentes, justamente porque empresas com estágios e objetivos diferentes precisam de apoio de formas diferentes.

Veja algumas características e diferenças de cada modelo:

1. Normalmente, incubadoras buscam apoiar pequenas empresas de acordo com alguma diretiva governamental ou regional. Por exemplo, incentivar projetos de biotecnologia devido à proximidade de algum centro de pesquisa nessa área, ou fomentar a indústria de telecomunicações em uma região que precisa de expansão nesse setor.

2. Aceleradoras, por sua vez, são focadas não em uma necessidade prévia, mas sim em empresas que tenham o potencial para crescerem muito rápido. Justamente por isso, aceleradoras buscam startups escaláveis (e não somente uma pequena empresa promissora).

3. Incubadoras pedirão seu plano de negócio, e aceleradoras estudarão seu modelo de negócio - a verba pública que normalmente apoia as incubadoras pede maior formalidade e transparência na avaliação de projetos, além de terem mais critérios ao avaliarem um plano completo. Aceleradoras apostam somente em uma boa ideia.

4. Aceleradoras são lideradas por empreendedores ou investidores experientes, enquanto incubadoras têm gestores com experiência em mediar o poder público, as universidades e empresas. Isso é devido às aceleradoras usarem capital privado para seu próprio financiamento, e incubadoras aproveitarem a disponibilidade de verbas públicas em editais tanto para si próprias como também para os incubados.

5. Enquanto aceleradoras são fortemente apoiadas em sessões de mentoring - seja em palestras ou conversas pessoais entre empreendedor e mentor - as incubadoras são fortemente baseadas no modelo tradicional de consultores, que são contratados para apoiar incubados com um preço descontado (pois irão atender um volume maior de empresas).

Qual o modelo certo para você? Se sua startup está em busca de uma inovação radical ou de um modelo de negócios escalável e repetível, procure uma aceleradora. Se o seu modelo de negócios é baseado na economia tradicional, procure uma incubadora. Além das incubadoras serem mais numerosas, as aceleradoras que entrarão em operação em 2011 no Brasil ainda têm um bom caminho a percorrer para provarem sua eficiência.

Bom amigos... Está é a parte fácil da coisa... agora se sua Startup ou até empresa estiver interessada em um investimento de maior proporção o jeito é procurar as poderosas Private Equity´s.

O que é uma private equity?

A atuação dos investidores financeiros como financiadores de empresas vem crescendo no Brasil. Os private equity, que são um tipo de fundo que compra participações em empresas, são um exemplo. Este ano, eles participaram em 41% das fusões e aquisições que acontecem no País até agosto. Além deles, duas outras modalidades de investidores ajudam empresários a ganhar força, o capital semente (ou “seed capital”) e o “venture capital”.

Nas três modalidades, além do aporte financeiro, os investidores ajudam os empreendedores na profissionalização da gestão do negócio. A principal diferença entre elas é o momento em que o aporte é feito na empresa. Veja as características de cada uma:

Capital semente: é o investimento feito na fase inicial do novo negócio. Muitas vezes, são ainda ideias ou projetos no papel, e os recursos ajudam o empresário a dar os primeiros passos. Na outra ponta, estão pessoas ou instituições que buscam altos retornos e estão dispostas a correr altos riscos. De preferência, buscam empresas inovadoras e de base tecnológica.

O fundo HorizonTI, da Confrapar, uma das principais administradoras brasileiras de capital semente, é um exemplo. Segundo Rodrigo Esteves, diretor financeiro da empresa, o primeiro trabalho dos gestores do fundo é selecionar os projetos que vão receber os aportes. Essa é a fase de prospecção de ideias e análise. São avaliados, por exemplo, as oportunidades do mercado, os produtos e serviços propostos, a equipe envolvida, a estratégia de atuação e o modelo de negócios.

De cada mil projetos analisados, cerca de dez são selecionados para a segunda etapa, que será a apresentação da empresa ao comitê de investimento do fundo. Após análises, o grupo aprovará ou não o investimento. Em seguida, durante dois a três meses, os empreendedores se reúnem com os membros dos fundos para negociar a participação dos novos sócios. Nesse momento, são definidos o valor da empresa, a participação do fundo, o funcionamento do negócio, entre outros aspectos.

Por fim, é iniciada a fase de investimento. É realizada uma auditoria interna ("due dilligence"), em que os aspectos contábeis e jurídicos são avaliados. É neste momento que a empresa é criada ou convertida em sociedade anônima (S.A.) e são feitos os primeiros aportes de recursos no projeto.

No Brasil, os principais agentes de capital semente são a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que possui participação em fundos como o HorizonTI, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - que também participa de fundos, como é o caso do Criatec, que já investiu em 19 empresas.

Venture capital: investe em empresas já estabelecidas, mas de pequeno e médio portes, com potencial de crescimento. Os recursos financiam as primeiras expansões e levam o negócio a novos patamares no mercado. Assim como no capital semente, o foco são empresas inovadoras, em setores como os de biotecnologia e tecnologia. A seleção também passa pelas etapas de avaliação, apresentação ao comitê de investidores e negociação.

Private equity: as empresas que recebem os aportes já estão consolidadas e possuem faturamento na casa das dezenas ou centenas de milhões de reais. O objetivo dos recursos é de dar um impulso financeiro à companhia para que ela se prepare para abrir capital na bolsa de valores, por exemplo.

Empresas de capital aberto também podem receber os recursos dos private equity. Neste caso, o capital é destinado a alterações financeiras, operacionais ou estratégicas, visando a um novo posicionamento no mercado aberto.

Saída

Como o principal objetivo dos fundos de capital semente, venture capital e private equity é obter lucro ao vender suas participações na empresa, o momento de saída é um dos mais importantes para esses investidores, segundo Rodrigo Esteves, da Confrapar.

Também chamado de desinvestimento, a saída acontece quando o fundo vende suas participações. Se a empresa cresceu bastante e o valor de suas ações subiu, os investidores obtêm grande lucro. Mas nem sempre isso acontece. No caso do capital semente, de cada dez projetos investidos, a estimativa de Esteves é que dois deem muito certo e tragam grandes resultados, cinco consigam se manter e três fracassem.
No caso dos que têm sucesso, uma das opções dos fundos é passar suas participações para outros fundos de capital de risco. Neste caso, os compradores vão investir mais recursos na empresa para sustentar suas próximas fases de crescimento.

Outra saída é a venda para investidores estratégicos, como outras empresas interessadas em adquirir o empreendimento ou linhas de serviços da companhia. Por fim, existe a possibilidade de saída com uma oferta pública inicial de ações (IPO) na bolsa de valores.



Especial Startup´s - Parte 02

Boa tarde, Boa noite, Bom dia.


Amigos mais uma vez estamos aqui para falar mais um pouco sobre start-up agora que meu colega Diego Postou uma matéria muito interessante sobre as start-ups vamos conversar um pouco sobre elas...

Bom, eu conheci as start-ups a pouco mais de 2 anos, não conhecia muito a respeito mas procurei saber um pouco mais, por que queria abrir minha própria empresa e não tinha todo o capital para investir, de inicio tive planos grandes montar uma grande empresa no ramo de reciclagem porem o capital que eu necessitava era digamos que uma quantia bem grande, eis que um dia estava assistindo Pequenas Empresas e Grandes Negocios (Rede Globo) e vi uma reportagem onde mostrava jovens procurando um espaço para suas ideias em uma mesa de bar, como assim em uma mesa de bar ? sim o grupo de start-ups estava reunido em um bar fazendo um "Brain Storm" e as rodadas funcionavam da seguinte forma, você tinha 5 minutos para impressionar 2 ou 3 pessoas que estavam ali para conhecer sua ideia, geralmente eles não te davam a resposta na hora, faziam o rodizio com as pessoas primeiros, avaliavam suas ideias e então entravam em contato ou até mesmo no final escolhiam as melhores ideias e patrocinavam. Na minha opinião tentar abrir uma empresa em uma mesa de Start-up é a melhor coisa que você pode fazer quando não tem o capital suficiente para abrir sua empresa e tem uma ideia revolucionaria ou até mesmo um produto que já exista porem que você mostre que os stakeholders vão lucrar muito com essa ideia diferenciada, agora o que temos que fazer para que nossa ideia seja aprovada em um Start-up ? Não existe uma formula secreta para que sua empresa seja aprovada já de primeira ou tão pouco seja aprovada, primeiramente você tem que acreditar na sua ideia, fazer um bom planejamento, eliminar todos os riscos que possam ser administrados, mostrar que sua ideia ira dar lucro, por que o que mais importa é o lucro para os investidores, é claro todo mundo sabe que não vai ser da noite para o dia que sua empresa vai dar lucro e ficarão todos ricos, geralmente isso é um investimento a longo prazo então tem que ter paciência, não meter os pés pelas mãos e que com calma e bom humor é possível, se não conseguir na primeira tente a segunda a terceira a quarta o importante é não desistir, lute pelos seus sonhos por um futuro melhor e acredite que é possível, a antes que eu esqueça não abri minha empresa mais estou trabalhando para que isso aconteça,

Espero que tenham gostado do post, deixem seus comentários abaixo, todos serão bem vindos.

Abraço a todos, Diogo Oliveira.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Especial Startup´s - Parte 01

Bom amigos...

Vou fazer um "Especial" por ter diversas partes e assuntos para tratar...

Vamos começar pelo começo e por isso trago a vocês uma reportagem postada no site da Exame.com

Afinal, o que é uma startup?

(Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups)

São Paulo - Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.

O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

- Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis.

- O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

- Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

- Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.

Os passos seguintes

É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups - sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.
Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup - desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-que-e-uma-startup?page=1

Amigos é só o começo... tem muita coisa a respeito de Startup´s para abordarmos, entre eles os tipos de investidores, aceleradoras, Equitys, tipos de investimentos para esta classe de negócios.... entre outras coisas, esta é só a primeira parte....

Tenho que dormir, pois amanhã o dia é longo e teremos muitas coisas para tratar...