Boa noite
amigos...
Antes de dar meu
parecer sobre "Startup´s" postarei está importante parte que envolve
o $$ , aporte, ou qualquer outro nome que queiram dar para o dinheiro que
entrar na empresa.
Vou começar
respondendo uma pergunta em que muitos têm dúvidas, segue a matéria do
conceituado site Exame.com:
Qual a diferença
entre aceleradoras e incubadoras?
(Respondido por Yuri Gitahy,
especialista em startup)
Estamos
acostumados a ouvir sobre incubadoras de empresas, mas a partir desse ano você
ouvirá falar bem mais sobre aceleradoras. Isso acontece porque acredita-se hoje
que podem existir soluções diferentes além da incubação para apoiar empresas
nascentes, justamente porque empresas com estágios e objetivos diferentes
precisam de apoio de formas diferentes.
Veja algumas características e diferenças de cada modelo:
1. Normalmente, incubadoras buscam apoiar pequenas empresas de
acordo com alguma diretiva governamental ou regional. Por exemplo, incentivar projetos de biotecnologia devido à proximidade
de algum centro de pesquisa nessa área, ou
fomentar a indústria de telecomunicações em uma região que precisa de expansão
nesse setor.
2. Aceleradoras, por sua vez, são focadas não em uma
necessidade prévia, mas sim em empresas que tenham
o potencial para crescerem muito rápido. Justamente por isso, aceleradoras
buscam startups escaláveis (e não somente uma pequena empresa promissora).
3. Incubadoras pedirão seu plano de negócio, e
aceleradoras estudarão seu modelo de negócio - a verba pública que normalmente
apoia as incubadoras pede maior formalidade e transparência na avaliação de
projetos, além de terem mais critérios ao avaliarem um plano completo.
Aceleradoras apostam somente em uma boa ideia.
4. Aceleradoras são lideradas por empreendedores ou
investidores experientes, enquanto incubadoras têm gestores com experiência em
mediar o poder público, as universidades e empresas. Isso
é devido às aceleradoras usarem capital privado para seu próprio financiamento,
e incubadoras aproveitarem a disponibilidade de verbas públicas em editais
tanto para si próprias como também para os incubados.
5. Enquanto aceleradoras são fortemente apoiadas em sessões
de mentoring - seja em palestras ou conversas pessoais entre empreendedor e
mentor - as incubadoras são fortemente baseadas no modelo tradicional de
consultores, que são contratados para apoiar incubados com um preço descontado
(pois irão atender um volume maior de empresas).
Qual o modelo
certo para você? Se sua startup está em busca de uma inovação radical ou de
um modelo de negócios escalável e repetível, procure uma aceleradora. Se
o seu modelo de negócios é baseado na economia tradicional, procure uma
incubadora. Além das incubadoras serem mais numerosas, as aceleradoras que
entrarão em operação em 2011 no Brasil ainda têm um bom caminho a percorrer
para provarem sua eficiência.
Bom amigos... Está é a parte fácil da
coisa... agora se sua Startup ou até empresa estiver interessada em um
investimento de maior proporção o jeito é procurar as poderosas Private Equity´s.
O que é uma private equity?
A atuação dos
investidores financeiros como financiadores de empresas vem crescendo no
Brasil. Os private equity, que são um tipo de fundo
que compra participações em empresas, são um exemplo. Este ano, eles
participaram em 41% das fusões e aquisições que acontecem no País até agosto.
Além deles, duas outras modalidades de investidores ajudam empresários a ganhar
força, o capital semente (ou “seed capital”) e o “venture capital”.
Nas três
modalidades, além do aporte financeiro, os investidores ajudam os
empreendedores na profissionalização da gestão do negócio. A principal diferença entre elas é o momento em que o
aporte é feito na empresa. Veja as características de cada uma:
Capital semente: é o investimento
feito na fase inicial do novo negócio. Muitas vezes, são ainda
ideias ou projetos no papel, e os recursos ajudam o empresário a dar os
primeiros passos. Na outra ponta, estão pessoas ou instituições que buscam altos
retornos e estão dispostas a correr altos riscos. De preferência, buscam
empresas inovadoras e de base tecnológica.
O fundo
HorizonTI, da Confrapar, uma das principais administradoras brasileiras de
capital semente, é um exemplo. Segundo Rodrigo Esteves, diretor financeiro da
empresa, o primeiro trabalho dos gestores do fundo é selecionar os projetos que
vão receber os aportes. Essa é a fase de prospecção de ideias e análise. São
avaliados, por exemplo, as oportunidades do mercado, os produtos e serviços
propostos, a equipe envolvida, a estratégia de atuação e o modelo de negócios.
De cada mil
projetos analisados, cerca de dez são selecionados para a segunda etapa,
que será a apresentação da empresa ao comitê de investimento do fundo. Após
análises, o grupo aprovará ou não o investimento. Em seguida, durante dois a
três meses, os empreendedores se reúnem com os membros dos fundos para negociar
a participação dos novos sócios. Nesse momento, são definidos o valor da
empresa, a participação do fundo, o funcionamento do negócio, entre outros
aspectos.
Por fim, é
iniciada a fase de investimento. É realizada uma auditoria interna ("due
dilligence"), em que os aspectos contábeis e jurídicos são avaliados. É
neste momento que a empresa é criada ou convertida em sociedade anônima (S.A.)
e são feitos os primeiros aportes de recursos no projeto.
No Brasil, os
principais agentes de capital semente são a Financiadora de Estudos e Projetos
(Finep), que possui participação em fundos como o HorizonTI, e o Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - que também participa de fundos,
como é o caso do Criatec, que já investiu em 19 empresas.
Venture capital:
investe em empresas já estabelecidas, mas de pequeno e médio portes, com potencial de
crescimento. Os recursos financiam
as primeiras expansões e levam o negócio a novos patamares no mercado. Assim
como no capital semente, o foco são empresas inovadoras, em setores como os de
biotecnologia e tecnologia. A seleção também passa pelas etapas de avaliação,
apresentação ao comitê de investidores e negociação.
Private equity: as empresas que recebem os aportes já estão
consolidadas e possuem faturamento na casa das dezenas ou centenas de milhões
de reais. O objetivo dos recursos é
de dar um impulso financeiro à companhia para que ela se prepare para abrir
capital na bolsa de valores, por exemplo.
Empresas de
capital aberto também podem receber os recursos dos private equity. Neste caso,
o capital é destinado a alterações financeiras, operacionais ou estratégicas,
visando a um novo posicionamento no mercado aberto.
Saída
Como o
principal objetivo dos fundos de capital semente, venture capital e private
equity é obter lucro ao vender suas participações na empresa, o momento de
saída é um dos mais importantes para esses investidores, segundo Rodrigo
Esteves, da Confrapar.
Também chamado
de desinvestimento, a saída acontece quando o fundo vende suas
participações. Se a empresa cresceu bastante e o valor de suas ações subiu,
os investidores obtêm grande lucro. Mas nem sempre isso acontece. No caso do
capital semente, de cada dez projetos investidos, a estimativa de Esteves é que
dois deem muito certo e tragam grandes resultados, cinco consigam se manter e
três fracassem.
No caso dos que
têm sucesso, uma das opções dos fundos é passar suas participações para
outros fundos de capital de risco. Neste caso, os compradores vão investir
mais recursos na empresa para sustentar suas próximas fases de crescimento.
Outra saída é
a venda para investidores estratégicos, como outras empresas interessadas em
adquirir o empreendimento ou linhas de serviços da companhia. Por fim, existe a
possibilidade de saída com uma oferta pública inicial de ações (IPO) na bolsa
de valores.
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